
Para ambientar: Mexica é o nome de um povo indígena, posterior aos aztecas, e que fundaram México-Tenochtitlan. Desecaram o Lago de Texcoco onde se encontra a atual Ciudad de México. (www.wikipedia.org/wiki/Azteca)
Um diário, um dilema. Como colocar em palavras tudo o que os olhos veem, o coracao sente, o cérebro capta? É muita coisa. Mas tentarei resumir em uma frase: a história é fascinante!
Para facilitar a leitura estou separando momentos e passagens mais relevantes de 4 dias na Ciudad de México. Vou separar os afazeres em: AMIGOS, TRANSPORTE, HISTÓRIA, MÚSICA, BEBIDAS, COMIDAS, TRABALHO, ESPORTES, etc.
AMIGOS
Chegamos ao México depois de uma longa (e cansativa) viagem. Saímos de ônibus do Espírito Santo as 15h30 do dia 31 de Janeiro de 2008 e chegamos a Sao Paulo no dia primeiro de fevereiro, as 8h. Fomos para o Aeroporto de Guarulhos e o AeroMéxico (que na verdade foi Ocean Air) partiu as 11h20. Nove horas de vôo. Que saco! Mas ainda bem que tinha música e comida boa dentro do planador. Vi, pela primeira vez, o Amazonas e alguns países da América Central (nunca saí do Brasil antes).
A Ciudad do México é algo surpreendentemente grande (e é a cidade mais populosa do mundo). Aquí há uma rica mistura de modernidade com história. Banheiroes se misturam com veículos novos da Works, Chevrolet, Porche, assim como o táxi num momento é um fusca, noutro um corsa sedan.
No entanto esta parte é para falar de amigos. Durante uns 3 meses antes da viagem Alyne Azul (minha esposa) manteve contato por e-mail com Carlos Castañeda, um médico mexicano casado com uma brasileira: a Kátia. Eu fiquei intrigado! Pensei que pudesse ser o escritor de A Erva do Diabo, já que o Castañeda dos livros também era médico.
Quando desembarcamos vimos que era um casal da nossa idade e que nos acolheu muitíssimo bem. Ao invés de irmos para casa, fomos a Coyoacán, bairro que tem uma história riquísima e próximo ao bairro universitário, onde comemos e tomamos cerveja (ver COMIDA e BEBIDA). Neste barrio fica o Museu Frida Kahlo. O español é uma lengua fácil de aprender no entanto quando se fala mui rápido é quase incomprensible. Mas nosso portunhol está dando pro gasto.
Carlos e Kátia tem um espírito gracioso e coracao enorme. Se bem que eles tem um pézinho no Brasil! Kátia morou muitos anos em Alagoas e em Sao Paulo e o Carlos já ficou bastante tempo por lá também. Temos muitas afinidades e a história e a música sao os principais assuntos em nossos bate papos. Aliás daqui a pouco contaremos um pouco da história do México para voces.
Um diário, um dilema. Como colocar em palavras tudo o que os olhos veem, o coracao sente, o cérebro capta? É muita coisa. Mas tentarei resumir em uma frase: a história é fascinante!
Para facilitar a leitura estou separando momentos e passagens mais relevantes de 4 dias na Ciudad de México. Vou separar os afazeres em: AMIGOS, TRANSPORTE, HISTÓRIA, MÚSICA, BEBIDAS, COMIDAS, TRABALHO, ESPORTES, etc.
AMIGOS
Chegamos ao México depois de uma longa (e cansativa) viagem. Saímos de ônibus do Espírito Santo as 15h30 do dia 31 de Janeiro de 2008 e chegamos a Sao Paulo no dia primeiro de fevereiro, as 8h. Fomos para o Aeroporto de Guarulhos e o AeroMéxico (que na verdade foi Ocean Air) partiu as 11h20. Nove horas de vôo. Que saco! Mas ainda bem que tinha música e comida boa dentro do planador. Vi, pela primeira vez, o Amazonas e alguns países da América Central (nunca saí do Brasil antes).
A Ciudad do México é algo surpreendentemente grande (e é a cidade mais populosa do mundo). Aquí há uma rica mistura de modernidade com história. Banheiroes se misturam com veículos novos da Works, Chevrolet, Porche, assim como o táxi num momento é um fusca, noutro um corsa sedan.
No entanto esta parte é para falar de amigos. Durante uns 3 meses antes da viagem Alyne Azul (minha esposa) manteve contato por e-mail com Carlos Castañeda, um médico mexicano casado com uma brasileira: a Kátia. Eu fiquei intrigado! Pensei que pudesse ser o escritor de A Erva do Diabo, já que o Castañeda dos livros também era médico.
Quando desembarcamos vimos que era um casal da nossa idade e que nos acolheu muitíssimo bem. Ao invés de irmos para casa, fomos a Coyoacán, bairro que tem uma história riquísima e próximo ao bairro universitário, onde comemos e tomamos cerveja (ver COMIDA e BEBIDA). Neste barrio fica o Museu Frida Kahlo. O español é uma lengua fácil de aprender no entanto quando se fala mui rápido é quase incomprensible. Mas nosso portunhol está dando pro gasto.
Carlos e Kátia tem um espírito gracioso e coracao enorme. Se bem que eles tem um pézinho no Brasil! Kátia morou muitos anos em Alagoas e em Sao Paulo e o Carlos já ficou bastante tempo por lá também. Temos muitas afinidades e a história e a música sao os principais assuntos em nossos bate papos. Aliás daqui a pouco contaremos um pouco da história do México para voces.
Os amigos do casal também sao fantásticos. Conhecemos o Mariano, artista plástico fascinado pela história mexicana; Dasha, uma russa que estuda Artes Visuais, ex-namorada de Mariano e uma pessoa iluminada (palavras de Azul); Francisco (Xoco - seu nome segundo o calendário azteca cujo significado nao revela a ninguém) simpatizante do Zapatismo, músico, idealista, "tranquilo" e foi a primeira pré-entrevista da Alyne ( para quem nao sabe estamos no México para pesquisar e documentar as comunidades autônomas - caracoles - de Chiapas). Como todo mexicano é vidrado em Luta Livre. Tem também o Oscar, médico, e novo morador de Cancún. Gente boníssima!
Asta Luego





